Karen Santiago
Karen Santiago
Uma motorista foi presa em flagrante após atropelar duas mulheres que estavam na calçada, na madrugada de segunda-feira (2), em Embu das Artes. O caso ocorreu na Avenida Aimara, no bairro Pirajussara, logo após a condutora sair de um bar. Uma das vítimas segue internada no Hospital Geral do Pirajuçara. Ela quebrou em dois lugares a perna e aguarda cirurgia.
De acordo com as informações apuradas, antes do atropelamento, a motorista teria se envolvido em uma discussão, agredido um cadeirante e tentou atingir um cadeirante. Na sequência, o veículo invadiu a calçada e atingiu duas mulheres que estavam no local.
Segundo o registro policial, o atropelamento aconteceu por volta das 4h da manhã. Após atingir as vítimas, a motorista ainda deu ré e passou novamente por cima de uma das mulheres, que ficou presa entre as rodas do veículo.
A Polícia Civil informou que a condutora dirigia sem habilitação e se recusou a realizar o teste do bafômetro. Ela foi encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML), onde a embriaguez foi constatada por exame clínico.
A motorista foi presa em flagrante e vai responder, inicialmente, por lesão corporal culposa no trânsito, embriaguez ao volante e dirigir sem habilitação. O veículo foi apreendido e encaminhado para perícia técnica.
Ainda segundo o boletim de ocorrência, a vítima que ficou presa sob o carro permanece internada, com estado de saúde considerado estável. Ela sofreu fratura na perna e passou por cirurgia. A outra vítima teve apenas ferimentos leves.
O caso foi registrado na Delegacia de Embu das Artes e segue sob investigação da Polícia Civil.
Com informações e foto G1
Karen Santiago
Três pessoas morreram na manhã deste sábado (14) após um grave acidente envolvendo um carro e uma carreta no km 42 do Rodoanel Mário Covas, em Itapecerica da Serra.
De acordo com as informações divulgadas, o acidente aconteceu por volta das 5h30, no sentido capital paulista. Um Fiat Uno teria perdido o controle da direção e colidido inicialmente contra a barreira de concreto do canteiro central.
Na sequência, o veículo atravessou as faixas e atingiu a placa metálica do acostamento. Com o impacto, o carro capotou e parou entre o acostamento e a terceira faixa, ainda em posição de rodagem.
Uma carreta que seguia no mesmo sentido não conseguiu desviar. O motorista não teria tido tempo suficiente para frear e acabou arrastando o carro por cerca de 35 metros. O Uno ficou completamente destruído.
Três ocupantes do automóvel morreram no local. Uma quarta vítima foi socorrida e encaminhada ao Hospital Geral de Itapecerica da Serra. O estado de saúde não foi divulgado até o momento.
O caminhoneiro realizou o teste do bafômetro, que não apontou ingestão de álcool.
A ocorrência mobilizou equipes de resgate e da concessionária responsável pelo trecho. As circunstâncias do acidente serão apuradas pelas autoridades.
Karen Santiago
Os dados oficiais da Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) mostram que os roubos de carga permanecem em patamar elevado e cresceram em municípios estratégicos ao longo da Rodovia Régis Bittencourt, reforçando um cenário de fragilidade na segurança de um dos principais corredores logísticos do país que é de responsabilidade federal.
A análise compara os registros de 2024 e 2025 nos municípios de Itapecerica da Serra, Embu das Artes, Juquitiba e São Lourenço da Serra, todos diretamente impactados pelo fluxo intenso de caminhões que utilizam a rodovia.
Itapecerica da Serra registra aumento expressivo
Em Itapecerica da Serra, foram 66 ocorrências em 2024, já em 2025 passou para 102.
Embu das Artes também apresenta alta
Em Embu das Artes, o cenário segue a mesma tendência de avanço. Os registros passaram de 69 casos em 2024 para 86 em 2025.
Juquitiba e São Lourenço da Serra seguem na rota do crime
Nos municípios de Juquitiba e São Lourenço da Serra, embora os números absolutos sejam menores em comparação às cidades mais populosas, os dados mostram que o roubo de carga continua presente e recorrente.
Em Juquitiba, os registros passaram de 50 em 2024 para 59 em 2025, indicando aumento e continuidade do problema. Já em São Lourenço da Serra, os números saltaram de 80 para 119 ocorrências, revelando um crescimento expressivo e preocupante.
Régis Bittencourt permanece como eixo central do problema
A comparação entre 2024 e 2025 evidencia que, apesar de operações pontuais e anúncios de reforço no policiamento, a Rodovia Régis Bittencourt continua sendo palco frequente de roubos de carga.
O avanço dos crimes impacta diretamente caminhoneiros, empresas de transporte, o custo das mercadorias e a sensação de insegurança de quem depende da rodovia.
Os números oficiais reforçam um alerta antigo: o roubo de carga na Régis Bittencourt é um problema estrutural, que se repete ano após ano e segue exigindo respostas mais efetivas.
Karen Santiago
O trânsito continua difícil e carregado na Rodovia Régis Bittencourt nesta segunda-feira, 9 de fevereiro, especialmente no trecho de Embu das Artes, na altura do Posto 28, sentido São Paulo. A situação é consequência de uma manifestação que interditou a pista durante a manhã e impactou diretamente a rotina de motoristas, trabalhadores e estudantes em cidades da região, como Itapecerica da Serra.
Mesmo após a chegada da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Polícia Militar e de equipes da Arteris, o reflexo do bloqueio ainda é sentido. Apenas uma faixa da esquerda foi liberada, o que tem sido insuficiente para normalizar o fluxo, resultando em longas filas, lentidão extrema e atrasos significativos.
A manifestação foi organizada por pais e responsáveis que reivindicam a retomada do transporte escolar estadual, serviço que, segundo relatos, foi suspenso, dificultando o acesso de alunos às escolas. Embora o direito à manifestação seja legítimo, o bloqueio de uma das principais rodovias do país evidencia mais uma vez a fragilidade da mobilidade na região, onde qualquer interdição rapidamente gera caos viário.
Motoristas relatam tempo de deslocamento muito acima do normal, falta de informações claras e dificuldades para encontrar rotas alternativas viáveis. O episódio expõe não apenas o problema do transporte escolar, mas também a dependência excessiva da Régis Bittencourt como eixo de deslocamento, sem alternativas eficientes para absorver situações de emergência.
Até o momento, não há previsão para liberação total da via. A orientação é para que motoristas evitem o trecho, sempre que possível, e acompanhem as atualizações sobre a situação do trânsito ao longo do dia.
Karen Santiago
